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sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Acidente Viação

Boa noite!

Tal como disse na publicação anterior, hoje falarei sobre o acidente de carro que tive no dia 19 de Agosto, à noite.

Vínhamos na Vasco da Gama e, tínhamos um evento marcado mas, para isso, teria de vir connosco da mãe da IC. Assim, fomos directos à casa dela buscar a mãe e, de lá, fomos directos a uma terra chamada... Aruil que, para mim, é uma terra lá prós lados de Mordor (a distância é incrivelmente longínqua e o nome não lembra a ninguém!). Depois do que fomos lá fazer, íamos voltar para casa da IC, deixar as senhoras (visto que a NM ia dormir na casa dos pais da IC). No caminho, e visto que fazia imenso calor, eu e a mãe da IC, resolvemos abrir as janelas, para refrescar o ambiente.  E a viagem corria bem. O AT ia a conduzir, a 20 Km/h, como sempre; a IC ia à pendura, a indicar-lhe o caminho; atrás da IC, a mãe dela; no meio ia a NM e, eu, ao lado da NM e, ao mesmo tempo, atrás do AT, o condutor. De repente, tudo aconteceu.

O meu melhor amigo ligou-me, fui ao telemóvel rejeitar a chamada (isto eram 22:51h) e, passado 2 segundos, sente-se o primeiro impacto, no lado direito frontal do carro - impacto leve. Logo a seguir sinto outro estrondo no meu lado e ai sinto o carro a rodopiar sobre si próprio e, logo depois, um forte e seco impacto, novamente no lado direito, ao pé dos faróis... e tudo parou. Não sei precisar quando mas, logo no inicio de isto tudo, os airbags do lado direito do carro foram accionados e só via luz branca e um pó branco no ar (vim a saber que esse "pó branco" eram gotículas de água, devido à explosão do radiador). Ao longo deste tempo - que me pareceu tudo em câmara lenta - só rezava para o carro não capotar e para não cairmos para nenhuma ravina..... Nós não sabíamos onde estávamos, estava noite cerrada e sem luz na rua, quem ia nos bancos de trás (o meu caso) não levava cinto, as janelas iam abertas e, havendo uma grande travagem, a NM poderia ser cuspida para o vidro da frente.... Mas, felizmente, nada disso aconteceu! Voltando ao ultimo impacto: quando o carro tinha finalmente parado, houve aquele momento de silêncio de "já está". A mãe da IC, chamava pelos nossos nomes e prontamente respondíamos. A IC, em pânico, só gritava "A porta não abre! A porta não abre!" A mãe lá dizia p'ra se acalmar. Eu aí lembrei-me que poderia abrir a minha porta, não estava a conseguir mas, depois, lá abri e, num ápice, já estava tudo cá fora.

Quando cheguei cá fora, vi que tínhamos ido contra um muro de pedra e que, o trajecto do acidente foi bastante curto.... mas pareceu-me que foi longo e demorado. Rapidamente, chegaram até nós populares da zona e habitantes de casas térreas que viviam ali. As duas raparigas entraram num choro compulsivo e estavam as ser acompanhadas pelas pessoas dali. A mãe da IC, estava a tentar acalmar o AT, pois o carro dele.... é da mãe. Eu, ali estava, a tentar perceber o que tinha acontecido e a tentar não ceder. Quando sai do carro, comecei a sangrar do nariz e estava com algumas tonturas - apesar de ser aconselhado a sentar-me, recusei. Comecei a ficar com algumas dores..... na cana do nariz, pescoço e coxis. Mas, eu não era o pior. A mãe da IC, tinha a mão direita inchada, tal como a cara, perto do olho direito - na prática, foi ela que levou com todo o impacto, visto que a filha, que ia à frente, levava cinto. Entretanto, chegou o pai da IC que chamou prontamente a policia e os bombeiros para verem como nós estávamos.

Como foi o acidente? Houve um ligeiro embate frontal que, foi o nosso carro que ficou pior. O outro condutor lá estava, numa boa.... sendo a culpa dele! Chegou a policia e.... 3 ambulâncias, sendo uma do INEM (parecia o final de um filme de acção, quando o protagonista precisa de ajuda, não há nada e, depois, tudo aparece.... e em força!). Um médico chegou ao pé de nós e começou a dividirmos. Fui para uma ambulância e começaram a medir-me a tensão.... 140/120. A mais experiente disse à mais nova "Volta a medir, isso está errado!" Voltou e deu 140/100. A glicemia estava francamente baixa.... mal tinha comido o dia todo! Entretanto chegou a IC para a minha ambulância e fizeram os mesmos testes. Escreveram numa ficha do que nos queixávamos e foram mostrar ao médico. Passado muito tempo, o médico veio até nós e perguntou-me "Ao mexeres os dedos do pé, sentes algum formigueiro ou dor no coxis ?" eu.... "ahh.... sim, doí-me o coxis.." ele prontamente "Imobilizem-no!"... Pânico!! Eu olho-o e digo "O quê?......." o dr "Só para prevenir!"..... entro em pânico. Começo imediatamente a chorar e a soluçar, e a pensar que posso ficar paraplégico e nunca mais voltar a andar, ao mesmo tempo, começo a sentir as mão esquerda a ficar tremente, aviso os bombeiros disso e dizem-me para me acalmar imediatamente, que tinha a tensão alta e que tinha que em acalmar. Mais eles repetiam isso, mas eu chorava e chorava....... ficar paraplégico?!

A minha mobilização foi igual a essa, mas com mais cintos de segurança 

Depois de totalmente imobilizado, o choro já era cada vez menor e, ainda me puserem a oxigénio (3 litros) e fomos rumo.... ao Hospital Santa Maria. Na viagem, que foi longa, tinha ao meu lado esquerdo, sentada, a IC. Ao longo da viagem tentavam animar-me e a IC, tirou-me uma fotografia (para mostrar aos meus netos lol). Finalmente chegamos. Entrei às 00:45h à porta das urgências do Santa Maria e fui encaminhado p'ra uma sala que estava cheia de gente. Eu, mal conseguia mexer o pescoço, devido a tudo aquilo que podem ver na imagem em cima, mas, podia ver que havia uma mulher loira lindíssima (foi a que me atribuiu a minha pulseira amarela) e montes de homens... uns giros e outros nem tanto.... Entretanto, liga-me o meu melhor amigo que, já o tinha informado do acidente (via sms), e passo o telefone a um enfermeiro ou médico que lá estava e, só ele sabia. Todos os outros ocupantes do carro em que seguia, tinham comunicado à família.... menos eu. Estava, portanto, no hospital, completamente sozinho e, caso algo acontecesse, ninguém sabia de mim... só o meu melhor amigo, que nem estava em Lisboa! Porque motivo que não informei a minha mãe? Provavelmente ela não viria ao meu encontro, no hospital ou, caso viesse, teria entre mãos mais um problema ou ficaria mais preocupado com o meu estado de saúde..... precisava de tudo menos de mais merdas à minha volta - orgulhosamente só? Talvez.

Entretanto fui fazer um raio X e uma ecografia abdominal (também me doía a ultima costela do lado esquerdo [ainda hoje me doi]) e, segundo a médica, no final, não tinha nenhuma fractura e, a dor que tinha no pescoço poderia do efeito chicote que a minha cabeça pode ter dado, no acidente (apesar de, quando comecei a sentir o impacto, tentei proteger-me em concha [subindo os joelhos e inclinando o tronco, protegendo a cara com as mãos]). As 4 e tal da manhã, tive alta, sem mais pormenores. Apenas uma médica perguntou-se se tinha parecetamol em casa, disse que sim e manou-me embora; disse também para eu, nos dias seguintes, apenas fazer o que o meu corpo conseguisse, devido às dores - disse também só só iria perceber o que estava a dizer, no dia seguinte! Duas palavras: me-do! lol

O pai da IC, trouxe-me a casa e contou-me as novidades: A NM tinha ido para casa, com a mãe e apenas ficou com o joelho esquerdo negro e com dores; o AT não teve nada, e a mãe levou-o a casa; a IC não fracturou nada, apenas ficou magoada na mão esquerda; a mulher dele, essa, ao fazer o raio X começou a vomitar e diagnosticaram uma hemorragia interna e tinha que ficar no hospital (só iria ter alta na 5feira à noite).....e, a final, a culpa do acidente tinha sido nossa - o AT não respeitou um sinal de cedência de passagem e, nós, não deveríamos ter seguido em frente, mas sim, virado à esquerda... Todavia o AT já recusou isto e disse que a culpa era do outro que, estaria bêbado...

Apesar de todo o aparato, ninguém morreu ou ficou francamente mal...... o que, na minha opinião, foi um milagre..... tinha todos os ingredientes para ter sido uma tragédia e para eu, ter morrido. Não aconteceu, felizmente. Apenas fiquei com algumas dores nos sítios que falei e com um galo enorme na parte de trás da cabeça.... hoje, já estou muito melhor, como todos aqueles que seguiam no carro comigo (e já não tenho o galo!!!). =)


E porque não era daquele dia que eu ia morrer... lol A paródia aqui.




Beijinhos e portem-se mal!! ;)

sábado, 22 de agosto de 2015

Praia do Creiro

Olá!

Esta quarta-feira foi alucinante - um dia inteiro de praia que acabou comigo numa ambulância e no Hospital Santa Maria, completamente imobilizado! Mas hoje, apenas contarei o dia de praia... os detalhes do acidente de viação que tive, ficam para depois.

Já há muito que queria ir à praia... já não ia desde o tempo do meu ex e, apesar de não ser grande fã de areia e água fria, gosto de me ver com uma corzinha e com a marca da minha cueca de banho no meu cuzão.

Resolvemos ir a uma praia diferente. Visto que o AT tem carro, fomos para o Portinho da Arrábida, em Setúbal, para a Praia do Creiro. Para lá chegar, vimo-nos gregos! Fomos pela 25 de Abril (aquela ponte dá-me medo) e lá seguimos para a praia... o caminho é sinuoso e cheio de curvas e contra curvas, o que vale, é que estávamos a ouvir boas musicas: Rosinha, Eurovisão, Madonna e uns outros tantos que tais! Cada um ao seu género, eram musicas de passeio. Para a praia ia eu, o AT, a IC e a NM. mas, para isso, dividimos as responsabilidades. O AT levava o carro, a IC o chapéu de Sol, eu a geleira e a NM os divertimentos (cartas, alguma bola, etc). Contudo, a NM esqueceu-se... o que vale é que eu tinha levado o meu UNO e a IC uma bola que tinha comprado na Sport Zone a um euro e meio (saldos)! XD

Chegando à praia, a fila para o parque de estacionamento era enorme, resolvemos estacionar na estrada e irmos a pé até à praia. Assim fizemos. As raparigas levam as suas coisas e nós, os gays, para além das nossas mochilas, levávamos, a meias, a geleira que estava pesadota.

O caminho era extremamente íngreme e só pensávamos como iríamos subir aquilo tudo, no fim da tarde, com a geleira... Passamos por umas ruínas romanas que, tínhamos combinado só ir vê-las, quando fossemos para cima.

Pessoalmente, as ruínas, não são nada de especial

Chegando à praia, era altura de escolher um lugar, fomos para o lado esquerdo da praia. Passamos por uns toldes e, quase a chegar às pedras, ficamos aí. Pusemos protector e fomos à água..... durante todo o dia a água estava fria. Fomos para a água umas quantas vezes e, quando voltávamos, eu e a NM ficamos ao Sol para nos bronzearmos, enquanto os outros dois, ficavam à sombra. À tarde, resolvemos jogar UNO para passar melhor o tempo... e deu resultado! Pela praia havia gajos giros? Sim! Na nossa frente havia um casal de espanhóis com dois filhos e, o marido, não pára de olhar para mim.... sempre que ia para a água ou quando voltava para a toalha, o homem vidrava em mim..... o tipo não era particularmente bombado, mas era bonito =) A praia estava cheia de estrangeiros, particularmente francius e, alguns deles, giros!

Quando vínhamos a subir aquela escadaria muito estranha, vinha atrás de nós um pai (bonzão [uns trinta anos, cabelo loiro e super betinho]) a dizer aos casal de filhos para não se queixarem que, ia à frente deles dois senhores a carregar uma geleira e nem se queixavam - éramos nós. Visto que nem eu nem o AT estávamos a dar-lhe atenção, o homem chamou-me e disse que, quando estivéssemos fartos de carregar a geleira, para darmos aos filhos dele para serem eles a levaram. Ele dizia isso mas só conseguia olhar para a cara dele, como era lindo o homem! Eu lá lhe disse que estava bem (e para meter medo aos pirralhos mimados! Era EU que deveria a estar a dar a mão ao pai deles! Bitches!). Fomos às ruínas e, tal como já viram à pouco, uma desilusão.

Ao fim do dia, antes de irmos prá ponte, resolvemos comer qualquer coisa, num parque de merendas que há lá. para nossa surpresa, apareceu um carro e, os ocupantes foram para o banco de trás fazer o amor... e nós, ali, a merendar!! Que lata!!! Admito, fez-me lembrar uns tempos atrás.... mas nunca num parque de merendas! Ahahahah!

Lá seguimos pela Vasco da Gama. Mal esperávamos que a noite só estava a começar... E, o carro onde seguíamos ia ter uma acidente onde rebentou um pneu, o radiador, não levávamos cintos, os vidros estavam abertos.... a tempestade perfeita! Enfim, mas fica para depois.


Um das músicas mais cantadas. Porque a Madonna é a Madonna.




Beijinhos e portem-se mal!! ;)

sábado, 15 de agosto de 2015

Eu não quero perder

Boa noite.

Antes de mais, obrigado por tudo aquilo que têm-me dito... são uns queridos... =)
Obrigado!

A minha vida continua uma montanha-russa.... cheia de problemas e com momentos felizes (todas as pequenas coisas fazem-me acreditar que tudo irá melhor [esperança, talvez]).

Faz hoje uma semana que vi, incrédulo, uma noiva a entrar na faculdade de direito de lisboa. Pensei, "A vida continua." Por mais coisas que a vida/destino/Deus ou apenas nós próprios, nos ponha à frente, sejam elas o que forem, cabe a nós vivermos com elas: Se a vida te dá limões, faz limonada. Esta simples dedução é difícil de compreender quando nos aparecem à frente limoeiros infinitos e, nós, sem saída. Graças aquela noiva percebi que, por mais coisas que possam acontecer, tudo terá solução - pode não ser a que quero, mas terei que viver com o que acontecer mas, sempre, com o objectivo, de melhorar - não quero perder. Perder batalhas sucessivas, não significa que se perde a guerra e, a guerra, é a vida. Fazer limonadas não é fácil, ao trabalhar os limões, ferimo-nos e, aí, nada nos resta para além de nós mesmos - nossa integridade, honra, orgulho e, também no meu caso, arrogância. Chora-se muito, sentimo-nos a avançar em contra-mão, somos postos de lado ou, simplesmente, nos pomos à parte. Seja como for - fazer limonadas não é fácil nem desejável, mas é o que tem de ser feito.

Esta semana, tive momentos altos de felicidade patética, e quedas para um abismo desesperante de tristeza guerreira - não baixo os braços, mesmo que isso me traga dissabores. Se quero as coisas bem feitas, tenho de ser eu a fazê-las. Se isso me faz, a olhos dos outros, naife... temos pena. Farei, sempre, o que acharei certo, naquele momento.

Percebi que, dar por perdido o que nunca foi nosso, traz-nos conforto e faz-nos concentrar no que realmente importa: Irei sair desta casa fantástica mas... também, nunca gostei do meu bairro - mudar-me será uma bênção; O meu ex tem fama, nos empregos que teve, de aldrabão... sinto-me mais reconfortado - afinal, não sou o único a sabe-lo; Daqui a um mês, estarei na faculdade... a minha vida tem de continuar - até porque, eu não quero perder.

No meio de tudo isto, o que me faz limpar as lágrimas e, sempre, seguir em frente, é a determinação do desejo de ser feliz com um homem; até porque, é o amor que me dá alento.

Porque esta música é linda e revela tudo aquilo que um dia desejo voltar a sentir - Amor.




Beijinhos e portem-se mal!! ;)

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Existir é Vencer

Boa noite.

Ouvi essa frase [existir é vencer] hoje, no jornal da TVI e ficou-me na memoria... Existir é vencer? Eu acho que, existir não é vencer - é perder; perder quem gostamos; perder o controlo e, perder essencialmente, nós mesmos.

Na 4f à noite, desisti. Estou cansado.... tão cansado que nem consigo soltar uma lágrima, à excepção de hoje. Tudo isto está a ser tão difícil, tão desesperante, tão sentido que.... faz-me mim - alguém rijo e vindouro -, em pó - como se de um milho se tratasse. O que sou, afinal? Nos últimos dias, dei tudo o que tinha e, desisti. Não dá. Há que reconhecer quando perdemos a batalha e, sinto, que a também já perdi a guerra. Do que vale lutarmos contra tudo e todos se, depois, não temos nada - nem bens materiais, nem pessoas ao nosso lado?

O que mais preciso, nesta batalha monumental, não é de palavras - é de silêncios. Abraços silêncios, olhares silenciosos e, principalmente, de mim. Não sei já, o que quero... toda esta merda, faz-me pensar o que quero para a minha vida. Sinto, que o meu futuro está a decidir-se agora..... sinto que, já não tenho forças para ficar de pé, em mar bravo, puxando comigo a minha mãe, quando, ao mesmo tempo, sou puxado por areias movediças e, tento caminhar mas, sempre, em vão. É desesperante, é angustiante e.... é amor. Sinto que me estou a perder e que, não sei o que levar comigo nesta época de horrores, para a minha vida.

Não sei o que faz de mim uma pessoa - visto que respirar não torna ninguém humano - , o que é preciso para sermos boas pessoas? Ou más? Hoje sinto-me uma má pessoa... não por ter feito mal a ninguém, mas por não fazer bem. Sinto que não conseguirei levar este barco até terra firme e isso assusta-me - assusta-me por ter acordado algo em mim que, já há muito estava adormecido e, agora, voltou.

Estou desesperante à busca de um caminho, mas, todos eles são traiçoeiros e repletos de nevoeiro. Estou tão cansado que não me revejo. O que faz de mim uma pessoa - visto que não fazer coisas más, não é certamente- e não faço coisas boas?

Quando o abraço não vem, e há ecos que não calam.... o que fazer? Se existe Deus, Destino ou "Algo", que se revele..... se existe vida, que se mostre - pois aqui, já não há - apenas um ser vivo que, nem pessoa é.

"Hoje eu acordei com medo, mas não chorei, e nem reclamei abrigo." Poema. Ney Matogrosso.




Beijos!