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sexta-feira, 21 de julho de 2017

TU NÃO PRESTAS

Oi gente!

Serviu a carapuça? Óptimo, era mesmo para isso - agora desopila daqui!
Não te serviu a carapuça? Então lê o texto de hoje onde asseguro... será impróprio para cardíacos!
Não aturo merdas. É que não aturo MESMO! Nunca aturei. Antigamente cala-me, hoje digo-o (embora ainda não tantas vezes quando o devesse) e, as consequências são maravilhosas! =D

Deixam de nos falar? Falam mal de nós nas costas? Mas vocês vivem onde, no Mundo Encantado dos Brinquedos? Quem não nos trata bem, não precisa de falar connosco e o que dirá nas nossas costas será mal, certamente. Há que agarrar os colhões que temos e fazer-nos à vida: parar de lamentos!



Na vida, tomamos imensas decisões: umas acertadas e outras nem tanto todavia, o melhor disto, é que vamos ganhando experiência e aprendemos a relativizar as situações mas... irá magoar-nos sempre uma traição; quando deixar de nós magoar, significa que deixámos de ser Humanos logo, deixamos de nos Amar. O Amor próprio acarreta a tomada de decisões que, por ventura, possam ser contra-a-corrente. Temos pena - se é aquilo que achamos, intrinsecamente, ser o correcto, devemos seguir.

E aqui entra a blogosfera. Em 2015 escrevi sobre o estado da blogosfera e, visto que já passaram 2 anos e, com isso, o surgimento natural de relações com os outros bloggers da blogosfera portuguesa, a minha opinião alterou-se e... não substancialmente para melhor.

Mas a culpa é minha. Eu já cá ando há quase 10 anos; parte da minha adolescência foi a ler outros blogues e, com isso, comecei a pensar que todos eles eram filhos da sabedoria d' Eru Ilúvatar mas não. Os blogues são escritos por pessoas. E, tal como sabemos à priori, há pessoas boas e pessoas más. Quando sabemos que são pessoas boas ou pessoas más? Através da experiência.

Os jogos online são uma óptima montra para ver a podridão Humana e, por me irritar tanto, cada vez dedico-me menos a esse meu vício consentido e desejado. Lá, as pessoas, só para não perderem as suas casinhas ou para não irem para a guerra, preferem ir para a equipa inimiga mas depois dizem "Não é nada pessoal". Faz-me lembrar aqueles gajos que batem nas mulheres, "nada pessoal".
Na blogosfera também "não é nada pessoal", onde na verdade... é tudo pessoal.



Sou um blogger diferente de todos os outros e, admito-o, faço-o por isso. Sou bom nisso. Todos os blogger's são narcisistas e... casmurros! Os leitores não fazem ideia das horas que se perdem para escrever um texto. Sim, este texto que vocês agora estão a ler, é um bom exemplo. Agora, imaginem escrever-se textos, fazer parcerias e organizar encontros da blogosfera... são horas, muitas horas dedicadas a esta realidade cibernética. Só sendo casmurro é que é possível. Só amando muito "isto tudo" é que é possível. Nenhum outro blogger do passado, fez tantas coisas em simultâneo do que eu.

Cresci. Já não sou o' Adolescente que partilhava os meus desejos diários pelo meu professor de Educação Física (o TP ainda hoje me dá calores!). Sou alguém que gosta de partilhar a sua vida, opinião e... sentimentos. Escrevo coisas para mim e, se os outros concordarem com elas, óptimo.

O Adolescente Gay, isto é, eu, estou na blogosfera na mesma forma que estou na vida: a trabalhar honestamente e através da verdade. Se sou o blogger gay mais fazedor de coisas que alguma vez existiu, não se deve que os blogger's anteriores fossem piores do que eu ou, que os actuais sejam fraquinhos: significa que eu faço e, eles, não. Não me lamento, concretizo. Ponto.

Não vou estar aqui a dissertar sobre "Como se faz um blogue em 10 passos" mas, a blogosfera não é uma democracia, apesar de ser democratizada. Isto é, no meu blogue, mando eu. Tal como nas vossas casas, quem manda são vocês. Não é por receberem em vossa casa o vosso melhor amigo, ou um familiar, que faz dessa pessoa dona da casa; tal como eu publico (ou deixo publicar) neste blogue aquilo que autorizo, com base naquilo que acho correcto. Nos e-mails que recebo (que são muitos), por exemplo, não respondo a todos com a mesma rapidez... havendo alguns que nunca irei responder: vocês respondem a quem vos trata mal? Logo vi que não.

Dá trabalho "fazer coisas". Dá trabalho ser alguém na vida e, é tão mais fácil puxar o tapete do que, pelo menos, não atrapalhar. Contudo, não me deixo levar - nunca! - pelos filhos de Melkor! Conheci, na blogosfera, homens e mulheres encantadoras e que espero que possamos nos conhecer melhor, ao longo dos anos e, outras pessoas, que a sua pseudo-intelectualidade não passa de estrume cerebral.
E seguirei o meu rumo. Se tiver ao meu lado pessoas, melhor; se não, sozinho. Estar sozinho não me desmotiva, permite-me concentrar no que realmente importa para mim (seja lá o que isso for!).

Os Humanos, são naturalmente maus mas, devido a uma processo psico-social, ficamos "bons". Contudo, para algumas pessoas o que lhes faltou não foi convivência Humana - foi mesmo uns pares de estalos quando eram crianças e, agora em adultos, apenas dizem "não é nada pessoal". Não ter os colhões no sítio leva a este género de frases idiotas, tal como "não é defeito, é feitio" e agora o quê? Temos de passar a mão pela cabeça da pessoa e dar um beijinho na testa? E agora, ir aquecer um copinho de leite e ajeitar os lençóis à pessoa quando vai para a cama? Puta que os pariu! Se há malta que não tem coluna dorsal, eu tenho! Não vou em cantigas nem em merdas de "fica bem!" - o caralho!

Sabemos todos que existe gente difícil de suportar e que, por vicissitudes da vida, acabamos por nos cruzar com elas mas, será a melhor forma entrar em contacto directo com elas? Sempre que nos virmos, partir para a pancada, seja lá onde se estiver? Ter colhões não significa ser estúpido.

A melhor forma é ignorarmos quem não amamos - é a única forma de nos respeitarmos enquanto indivíduos. Recorrer à barbárie, peixeiradas e conversas de "faca e alguidar" não nos trás o amor do passado (aquele que, em tempos, tivemos por essa pessoa), apenas nos infecta com tudo aquilo que queremos ter longe: o in'mor - não amor ou falta de amor. Amor, como já me conhecem, não significa amor sexual: amor no sentido de sermos respeitosos, educados, carinhosos. Mesmo que a outra pessoa nos faça passar por uma terrível humilhação pública, não devemos ripostar; isso seria descer ao nível que intelectualmente não estamos - nunca se contraria um maluco, lembram-se?!

E este é a minha filosofia de vida. Seguir, sempre, com os meus objectivos (estando ciente das consequências disso [já repararam que os tolos conhecem-se todos?!]) mesmo que me faça - momentaneamente - ficar só; continuar a Amar quem atravessa no meu caminho e; ter sempre os olhos bem abertos - a inveja é uma neblina cerrada mas... não nos devemos desviar da nossa vida.

Você se faz de louca
Mas estou sacando seu veneno
Não vem na minha sopa
Não vem no meu terreno

Um beijinho no ombro p'rás invejosaaaaaaaaaas! =D




Beijinhos e portem-se mal!! ;)