Até 27 de Outubro, participa por e-mail, no passatempo "The Lingerie Restaurant", serão oferecidos 2 jantares duplos: um em Lisboa, e outro no Porto! Boa sorte!

terça-feira, 17 de outubro de 2017

3º dia MOTELx '17

Olá Olá!

Hoje falarei sobre os 4 filmes que vi dia 7 de Setembro, no 3º dia da 11.ª edição do MOTELX.
Depois de uma Sessão de Abertura, e de um 2º dia de Festival intenso... um 3º dia com 4 filmes! lol
No MOTELX estavam expostos... olhos! =P
Antes de mais, vejam o vídeo em relação ao dia 7 de Setembro - 3º dia de MOTELX 2017!


Às 14h15, na sala Manoel de Oliveira, vi o filme Better Watch Out (Austrália/EUA, 2016). 

Com claras referências ao “Home Alone”, “Better Watch Out” pega no conceito do clássico dos anos 1990 e faz dele uma inteligente comédia negra, onde o Natal se transforma em plano de fundo para uma história sangrenta de home invasion.

Sinopse: Luke é um rapaz como muitos outros, com uma família suburbana atenciosa. É a altura do Natal e os seus pais vão jantar fora, deixando o rapaz de 12 anos ao cargo da babysitter Ashley que, por acaso, também é a rapariga por quem tem uma grande paixão. Enquanto Luke a tenta impressionar, ambos apercebem-se rapidamente de que um estranho se está a meter com eles. Fechados em casa sem forma de comunicar com o mundo exterior, e forçados a jogar ao gato e ao rato, esta vai ser uma autêntica luta pela sobrevivência... ou será que é algo ainda mais sinistro? 
E este foi o bilhete que deu acesso ao filme Better Watch Out
A curta, Cul-De-Sac (EUA, 2016), antecedeu ao filme. Esta curta de 14 minutos, falada em inglês, conta-nos a história de um casal com um filho pequeno onde, por toda a casa, há escutas mas, quem será que os persegue? A curta serviria um óptimo mote para uma longa, revelando o que a antecedeu.

Excelente filme! Bons actores, boas piadas, e sabe sempre bem rever uma história que passa todos os natais na televisão... e eu vejo! E se o filme do "Sozinho em casa" fosse um filme de terror? Pois bem, está aqui! Gostei particularmente do protagonista que, ao longo do filme, vai mostrando cada vez mais da sua personalidade e, no final, leva um manguito (merecido!) da sua babysitter... Neste caso, o fazer mal (e o seu fingimento) não compensou! Um filme que recomendo... neste Natal! =D




Às 16h25, na sala 3, vi o filme Kaleidoscope (Reino Unido, 2016).

Com experiência em comédia televisiva, Rupert Jones assina o seu primeiro filme de terror. Para isso contou com a ajuda do irmão, o multifacetado actor Toby Jones, num filme que evoca não só Hitchcock em “Psycho”, mas também Polansky em “The Tenant”.

Sinopse: Um ano após ter saído da prisão, Carl Woods, de meia-idade, conseguiu adaptar-se ao mundo exterior. Encontrou emprego e um apartamento, e aventura-se agora na sua primeira saída nocturna com uma mulher em mais de 50 anos. Este evento coincide com o reaparecimento da sua mãe ausente, e com as tentativas dela no sentido de apaziguar as diferenças que tão violentamente os afastaram. Enquanto Carl tenta suportar as influências nefastas do seu passado, sente-se cada vez mais atraído pelos pensamentos negros do seu próprio vórtice psicológico.
E este foi o bilhete que deu acesso ao filme Kaleidoscope
Sim, também há filmes de terror para intelectualóides! Bom, se neste não é, parece. No início é bastante parado e, conforme passa o tempo, vai-se revelando mais coisas. Não gostei do filme, nem do protagonista. Gira muito à volta do irmão do realizador (que esteve presente na sala), e da sua relação com aquilo que vê (ou pensa que vê). Gostei particularmente da personagem da mãe dele!




Às 19h00, na sala 3, vi o filme Prey (Holanda, 2016).

Dick Maas, o veterano do terror holandês, está de volta com uma variação do tema de “Jaws” no seu estilo inconfundível carregado de humor negro. Nada de mais para quem já transformou um elevador num assassino (“De Lift”) e Amesterdão no território de um serial killer (“Amsterdamned”).

Sinopse: Após a descoberta do homicídio macabro de uma família de camponeses nos arredores de Amesterdão, a polícia não faz ideia de quem poderá ser o possível perpetrador. Contudo, Lizzy, uma veterinária do jardim zoológico, crê saber quem poderá ter causado as mutilações sangrentas: um leão forte, grande e feroz. Ninguém acredita muito nesta hipótese, e é necessária uma segunda matança para que, finalmente, as autoridades aceitem o plano rigoroso de um caçador de leões britânico para apanhar o monstro. A caça está aberta…
E este foi o bilhete que deu acesso ao filme Prey
Rir, rir, rir! Este filme não é de terror mas sim, uma comédia! Um filme cheio de apontamentos de humor negro contemporâneo, onde até se fala do Kanye West! Ao meu lado estava um casal onde, a mulher, no início do filme estava envergonhada de rir mas, já no fim, ria que nem uma perdida! Hilariante! Um argumento bastante simples, mas resulta extraordinariamente bem em pessoas bem resolvidas e sem politiques correctas! E quando um caçador persegue um leão numa cadeira de rodas eléctrica? Ou quanto este é perseguido pelo predador e... fica sem bateria no seu veículo? E, depois, achar uma ficha para carregar a bateria? Ahahahah! Excelente filme, para umas horas de sarcasmo!




Às 21h35, na sala 3, vi o filme Rift (Islândia, 2017).

Filmes de terror LGBT não aparecem todos os dias, muito menos da Islândia. O realizador Erlingur Thoroddsen consegue sintetizar os elementos de vários géneros tendo como pano de fundo as paisagens belas e sombrias da sua ilha natal, criando uma experiência cinematográfica intensa.

Sinopse: Meses depois de terem acabado, Gunnar recebe uma chamada estranha do ex-namorado, Einar. Soa perturbado, como se estivesse prestes a fazer algo horrível a ele próprio. Gunnar mete-se no carro e vai ao encontro da casa isolada onde Einar se refugiou. Ao reencontrá-lo, depressa se apercebe de que algo de mais sério se passa. Enquanto os dois homens tentam remediar a relação, um estranho parece estar a rondar a casa, com vontade de entrar.
E este foi o bilhete que deu acesso ao filme Rift
Não poderia deixar de ver, um dos principais candidatos a vencer a melhor longa-metragem de terror, do MOTELx. Com uma sala lotada (de gays), e com a presença do realizador Erlingur Óttar Thoroddsen que ia entrevistar no dia seguinte, iniciou-se este filme de terror gay. A fotografia do filme é maravilhosamente idílica, que nos faz desejar visitar a Islândia, mais que não seja pelas magnificas paisagens! Os actores, giros, deram corpo a um argumento sólido, onde a temática homossexual era constante nas cenas. Se gostei do filme? Claro! Consegue juntar uma densidade surpreendente às personagens, relacionando-as com o seu passado e aquilo que estão a viver no momento. Tal como falei com o Erlingur na entrevista, a cena onde aparece uma mão debaixo da cama onde as personagens fizeram amor, deixou-me cheio de medo à noite... Neste filme, junta-se a crítica às redes sociais e a vida perfeita de Instagram's, por oposição àquilo que devia ser real na vida: o Amor!




Beijinhos e portem-se mal!! ;)

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

87ª Feira do Livro

Oi pessoal!

Sair de casa sem ver o nosso Presidente da República, é como ir a Roma e não ver o Papa! Fui, claro está, à Feira do Livro (em Junho) e vi por lá o nosso querido professor Marcelo (Caetano?!)! -,-
Sua excelência, O Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa
Vi-o rodeado de jornalistas, cameramen's, e fotógrafos. Pairavam sobre ele alguns curiosos onde eu, não resisti em tirar-lhe uma foto mas, sem perder muito tempo com tal persona da verborreia frenética!
A vista para o Castelo de São Jorge, a partir do Parque Eduardo VII
E porque a Feira do Livro de Lisboa passou a ser uma Feira de Vaidades e não, um aglomerado de aculturação e progresso, foi com naturalidade que vi a passear-se por lá Luís Pedro Nunes e, mais tarde, os amigos Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes (do "Eixo do Mal", que vejo religiosamente).
A Casa Fernando Pessoa, tinha lá Isto!
Entre o cheiro a farturas e a hambúrgueres, havia por lá uns livrinhos (diz-se que estavam à venda). Desses, estavam mais passados que o óleo das farturas: preços elevados à bolsa dos lisboetas que nem todos podem ser CEO's de startup's e, sobre a Happy Hour, era para livros ANTIGOS - em suma, gestão de stock's. A Feira do Livro, deveria ser mais um local de prazerosas conversas e, do digital.
"De nada! Eu é que agradeço o cheiro a comida que acompanhou-me todo o tempo..."
Em relação ao ano passado e, como é do "habitué panasca", a Feira estava a pirilampar de gays... enfim, como o Amor (ou será o Grindr?) é lindo! Que venham mais Feiras do Livro mas, vamos tentar que sejam mais viradas para o futuro, e menos para o escoamento-de-tralha-que-ninguém-quer! =P

Só porque há quem seja Cavaco, com pele de cordeiro... e vai a todas! Feliz sexta-feira 13!!! =D




Beijinhos e portem-se mal!! ;)

terça-feira, 10 de outubro de 2017

2º dia MOTELx '17

Olaré!

Hoje falarei sobre os 3 filmes que vi dia 6 de Setembro, no 2º dia da 11.ª edição do MOTELX.
Depois de uma Sessão de Abertura incrível, nada melhor que começar a tarde com um filme de terror!
No MOTELX estava exposto um... coração! =P
Antes de mais, vejam o vídeo em relação ao dia 6 de Setembro - 2º dia de MOTELX 2017!


Às 14h35, na sala 3, vi o filme The Void (Canadá, 2016).

Combinando a atitude estética do terror moderno dos anos 1970, com os efeitos especiais artesanais que dominaram os filmes de monstros dos anos 1980 e início dos 1990, os realizadores canadianos Steve Konstanski e Jeremy Gillespie, que começaram no colectivo Astron-6 (“Father’s Day”), apresentam-nos este conto aterrador pejado de tensão e claustrofobia intensas reminiscentes de “The Thing”, de John Carpenter.

Sinopse: Quando um misterioso e violento culto ameaça assaltar um hospital isolado, um agente da polícia, juntamente com o pessoal do hospital, preparam-se para fortificar o edifício e impedir a entrada dos estranhos. Mas, enquanto aguardam aquele que será provavelmente o combate das suas vidas, irão descobrir que o verdadeiro terror já se encontra dentro do hospital.
E este foi o bilhete que deu acesso ao filme The Void
A curta, Incarnation (México, 2017), antecedeu ao filme. Esta curta de 14 minutos, falada em espanhol, conta-nos a história de um soldado que parece ficar maluco... enfim, tem a sua graça mas não achei nada de especial, foram os minutos mais mal gastos de todo o Festival! Boring!!!! =(

Receita nada original. Quantos filmes de terror conhecemos onde ocorrem em hospitais, sanatórios, e hospícios? Quantos filmes de terror não têm uma grávida, um velhote, uma rapariga inconsequente (que acaba sempre por ficar viva), e mais uma série de personagens-tipo? Enfim, para além do "mais do mesmo" deste filme, achei que tinha uma tentativa de ser diferente (com os tais seguidores do triângulo), apesar do monstro estar propositadamente mal feito. O final, como já é costume, é para os gurus do cinema perceberem (o que não é, manifestamente, o meu caso). Em apanhado geral, foi uma sessão das 2 com terror, mas sem nada de interessante, além de uns esguichos de sangue pelo ar...




Às 16h35, na sala Manoel de Oliveira, vi o filme Dave Made a Maze (EUA, 2017).

Inspirado pelos ‘quatro G’ – “Ghostbusters”, “Os Goonies”, (Michel) Gondry e (Terry) Gilliam – esta primeira longa de Bill Waterson, totalmente feita através de efeitos especiais artesanais e velhos truques ópticos, é um dos filmes mais inventivos dos últimos anos a nível visual.

Sinopse: Dave, um artista que ainda está por alcançar algo de significativo na sua carreira, constrói, por pura frustração, um labirinto no seu quarto, e acaba preso por causa das suas armadilhas fantásticas e por bichos provindos da sua imaginação. Annie, apesar dos avisos de Dave, lidera um
grupo de exploradores numa missão de salvamento do seu namorado. Uma vez lá dentro, vêem-se enclausurados num mundo sobrenatural e em mutação constante, ameaçados por armadilhas e por um minotauro sedento de sangue.
E este foi o bilhete que deu acesso ao filme Dave Made a Maze
A curta, Black Ring (Turquia, 2016), antecedeu ao filme. Esta curta de 15 minutos, sem qualquer diálogo, conta-nos a história de um grupo de pessoas que são fotografadas a morrer. Uma curta bastante crítica aos tempos em que vivemos, onde a tragédia humana é vista como algo... gourmet.

ÓPTIMO filme! Querem ver um filme de terror, mas sem sangue? Sem objectos cortantes e sustos de saltar da cadeira? Este é "o filme"! Genialmente bem feito, onde brinca-se com a percepção das coisas, e tudo tem uma visão diferente! É incrível! Das partes que mais gostei é quando as pessoas, obrigadas a entrar por uma canalização, transformam-se em fantoches! O realizador, sempre a puxar pelo lado dramático, de rir! E depois, o minotauro... que belo minotauro - um musculadão sem rosto que, no fim, acaba por ficar vivo! Um filme que recomendo, por ser tudo aquilo que nem imaginamos!




Às 19h05, na sala 3, vi o filme The Limehouse Golem (Reino Unido, 2016).

Produção britânica com realização do espanhol Juan Carlos Medina, também por detrás da co-produção luso-espanhola “Painless” (MOTELX 2013), que recria magistralmente a Londres vitoriana de Jack the Ripper numa revisão contemporânea do clássico mistério gótico oitocentista. Com argumento de Jane Goldman (“The Woman in Black”) e interpretação de Bill Nighy.

Sinopse: Londres, 1880. No perigoso Limehouse District, uma série de homicídios consternaram a comunidade. Tão monstruosos e cruéis foram estes crimes que a imprensa reclama serem obra do Golem – uma lendária criatura de tempos obscuros… Sem pistas concretas, a polícia entrega o caso ao inexperiente Inspector Kildare, um bode expiatório para quando surgirem as próximas vítimas.
E este foi o bilhete que deu acesso ao filme The Limehouse Golem
Na véspera de estrear nas salas de cinema portuguesas, o MOTELX exibiu este filme onde, claro está, eu não poderia deixar de assistir! Com um elenco de luxo, e uma história de suspense, fez deste filme um dos melhores deste Festival! Ver o majestoso Bill Nighy (que entra nos filme Underworld) como um inspector gay, tendo como assistente um polícia também gay (o actor Daniel Mays), para além de terem feito umas piadas engraçadas no filme, abre mentalidades e, isso, é bom! O filme, tem muitas coisas boas: primeiro, o facto de só descobrirmos no fim quem é o responsável pelas mortes (é quem menos esperamos); segundo, uma cenografia espectacular; terceiro, um humor negro e, às vezes, também de gargalhada fácil; quarta, e última coisa, a história desenrola-se de uma forma interessante.
O fim, isto é, o finalzinho, é que não percebi... pronto, desculpem, se calhar até é evidente mas se a puta da Elizabeth Cree já estava morta, quem matou a estúpida da Aveline Ortega, o Dan Leno?!... =/




Beijinhos e portem-se mal!! ;)

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Soy Catalán

Boas!

No domingo passado, a península ibérica viveu uma noite eleitoral... histórica.
Catalunha, votou pela sua independência e, os comunistas, perderam a Câmara de Almada.
Uma manifestação pelo SIM, na Catalunha
Começo por Portugal. Votei, nos 3 boletins de voto, "Bloco de Eesquerda". Era para votar "Livre" mas, como estava coligado ao PS... Bloco de Esquerda, sem dúvida. Em resultados totais, o Bloco teve mais votos que o CDS. Aliás, o CDS em 2017 teve menos 17.762 votos que em 2013. Os comunistas, perderam 63.501 votos e com isso perderam 10 câmaras entre as quais... Almada! Histórico!! =)

"A rã que queria ser boi", foi a fábula que o Jerónimo de Sousa lembrou-se para responder à Cristas aquando do último debate quinzenal na Assembleia da República, quando esta disse que o 1º Ministro devia ir consolar os comunistas... De facto, a Cristas não é um boi, mas com aquele nariz faz lembrar-me aqueles suínos que, apesar de estarem numa pocilga, exibem orgulhosamente um colar de merda.

Em Espanha, a situação é muito grave. Portugal, através no Artigo 7º, nº 3, da sua Constituição, deveria actuar de forma inequívoca mas... não quer. Portugal, tem uma ligação histórica a Catalunha e, como tal, tinha a obrigação de ir ao auxilio de quem se vê privado dos Direitos Humanos e do mais basilar acto democrático: o direito ao voto.

Os catalães têm língua própria, cultura, e uma história idêntica a Portugal e, por estes motivos, têm o Direito à autodeterminação e, para quem diz "ahh e tal é inconstitucional", digam-me se o 25 de Abril foi constitucional... perguntem aos galegos por quem sentem maior carinho: Portugal ou Espanha?!

Tal como alguns defendem, Espanha, devia ser o Reino Unido cá do sítio... o governo de Rajoy actuou de forma infantil e preocupante com o acto de Catalunha. Se, um acto democrático como o voto fosse ilegal, Madrid devia deixar acontecer até porque... era ilegal e nada de mais iria acontecer, simples. Mas não, mostrou preocupação, impaciência, e está a acenar aos gigantes económicos para saírem de Catalunha, a meter medo ao povo catalão porém, a economia da Catalunha é muito mais que sede de grandes organizações, é a atracção turística, a própria cultura e... as pessoas!

É-me igual se a Catalunha proclame, unilateralmente, a sua independência contudo, todos os actos que se traduzam em atropelos aos Direitos Humanos e a actos democráticos, têm de ser punidos.

Por todos os povos que devem ter o direito democrático de votar, soy catalán!




Beijinhos e portem-se mal!! ;)

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Desert Line Modus Vivendi

Olá Olá!

Outono? Com este tempo bom? Ainda estamos no Verão!! E, para lançarmos os últimos cartuchos, nada melhor que aproveitar esta campanha que parece que foi feita à medida do tempo português!
E antes que perguntem, os modelos (giríssimos!) chamam-se Sotiris Thomaidis, e Nikos Palamaras!
Saibam mais sobre estas cuecas em corte baixo e cuecas sem fundo
E é em Meteora, com este cenário verdadeiramente inspirador e sensacional de formações rochosas, na Grécia Central, que hoje acrescentamos a nossa Lista de lugares a visitar! Estas rochas gigantescas, são decoradas com mosteiros históricos (incluídos na Lista do Património Mundial da UNESCO), que foram construídos por monges que anteriormente eram eremitas na área, vivendo em cavernas individuais. Este lugar mágico, foi usado para alguns episódios da série "Game of Thrones"!
Saibam mais sobre estas cuecas em corte baixo e cuecas sem fundo
Depois do sucesso comprovado do conceito da linha Camouflage, é apresentada a linha Desert. Com aperfeiçoamentos emocionantes e uma aparência espectacular para todas as peças, desde cuecas até body's, a inspiração de Christos Bompitsos, no deserto grego (de paisagens arenosas a Montanhas rochosas em Meteora, na Grécia), permitiu a renovação completa do chamado estilo militar.
Saibam mais sobre esta camisola com capuz e estes boxers
A Linha Desert é composta por cuecas em três estilos (cuecas corte baixo, cuecas, e cuecas sem fundo), boxers (tecido de algodão); manga à cava, camisas, camisolas com capuz, calções, calças (tecido leve); body's e calças de pele (falsa). Comprometidos com a alta qualidade e a fabricação local, a Modus Vivendi garante a inclusão de produtos locais, em todos os seus artigos comercializados.
Cuecas pretas, tamanho S, linha Handcrafted - frente
Como prometido no mês de Agosto, onde mostrei-vos como são os pacotes que chegam ao destino que escolhemos, quando fazemos a nossa encomenda, é a vez de revelar a segunda peça que a Modus Vivendi ofereceu-me: é da linha apresentada no passado mês... de Agosto - Handcrafted! =D
Cuecas pretas, tamanho S, linha Handcrafted - verso
Para quem faz desporto de forma amadora ou profissional, pode adquirir produtos da PROZIS
com 10% de desconto em todo o site através do código AG10!!! Vá, poupem dinheiro!


Saiam da vossa caverna: a vida - tal como o Amor- está lá fora, à espera de ser vivida! =)




Beijinhos e portem-se mal!! ;)

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Sou demissexual!

Boa noite!

Admito-vos, sou demissexual! Não sei como isto foi possível mas... é verdade! Podem pensar que é bastante raro contudo, rara, é a pessoa que o admite. Que culpa tenho eu do Destino desta vida?!
Deparei-me com um artigo, no Diário de Notícias, e identifiquei-me com a definição de demissexual: "só têm desejo quando há ligação afetiva", e é verdade, sou assim... desde que me conheço.

Este facto, tem-me orientado desde sempre. Tem-me limitado? Talvez. Se acredito, genuinamente, em relações longas e, não acredito, em "curtes"? Sim. Critico quem é diferente de mim? Claro que não.

Ter 25 anos, solteiro há (quase) 4 anos, e ao longo deste tempo continuar solteiro, não me envergonha nem me constrange - aceito-me, tal como sou. Ser fiel aos meus princípios, assumindo as minhas opções, não faz de mim um mártir, mas um homem com as suas escolhas (também sexuais).

O meu príncipe-encantado, já não sei se é alto, bombadão, e com um sorriso Colgate. Se calhar é um barrigudo, minorca... mas com sorriso Colgate (desdentado não faz bem o meu género... sorry!)! O Manhunt, enquanto o mais famoso site de relacionamentos (ultrapassado pelo Grindr, mas apenas nos telemóveis), tem o mesmo nicho de pessoas, tal como aquela aplicação de telemóvel... Aqui, "todas" as pessoas procuram sexo (algumas desprotegido), mas podemos tomar "a parte por um todo"? Não.

Todos os gays de Lisboa, não estão no engate constantemente. Muitos estão? Talvez. A maior parte? Provavelmente. Todos pretendem encontrar o príncipe-encantado? No fundo no fundo... sim - quem não gosta de Amar e ser amado?! Eu, apenas me poupo à canseira de ser algo que não sou - apaixonar-me por quem me vai aparecendo e, havendo ou não existência de alguma coisa, é a parte gira disto tudo... e mais: saber o nome da pessoa, antes de qualquer outra coisa que a possa originar.

Existem as relações abertas e as traições-consentidas... para mim, nada disso faz sentido. Contudo, também existem as intrigas dos "amigos gays", onde apenas gostam de ver a infelicidade e aí, certamente, o Amor já não entra há muito e quem se dedica à mentira, não pode sequer amar-se.

Será possível encontrar um Príncipe-encantado, num site/aplicação de relacionamentos? É tão provável como encontrar alguém na rua, no nosso local de trabalho, ou quando saímos à noite.

Todos procuramos aceitação e o Amor mas, nesse caminho no deserto, alguns decidem ser outras pessoas dentro delas mesmas, enquanto outras, preferem ser elas próprias o tempo todo.

Disse-vos que tinha de instalar o Grindr mas... o meu telemóvel não tem acesso à internet!! =(




Beijinhos e portem-se mal!! ;)

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Erlingur Óttar Thoroddsen

Olá!

Entrevistei, pessoalmente, o islandês Erlingur Óttar Thoroddsen, realizador de "Rift" - uma longa-metragem de Terror com temática Gay! A entrevista aconteceu aquando da 11.ª edição do MOTELX - Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa, que se realizou no Cinema São Jorge.

Visto que a língua de conversação foi o inglês, resolvi não traduzir o que foi dito (quem não está à vontade com o inglês, basta ir ao canto superior direito do blog, ao "Translate", e seleccionar a língua mais conveniente). A entrevista, foi gravada por meio digital, e foi totalmente transcrita assegurando assim, a naturalidade de uma conversa que durou mais de 30 minutos onde, claro está, foi uma enorme honra para mim puder fazer todas as perguntas que tinha planeado... e ter incríveis respostas!
O realizador e argumentista islandês Erlingur Óttar Thoroddsen
Lisboa, 8 de Setembro de 2017, no Cinema São Jorge.

Adolescente Gay: For the people that don’t know you, how would you introduce or present yourself?
Erlingur Óttar Thoroddsen: Myself? I would say I’m an Icelandic writer and director and I like horror movies a lot. That’s what I was doing mostly for the last years and also, like, the gay angle, you know, especially in this movie. That was something that was very personal for me and something that I would love to do more of.

AG: How was your childhood?
EOT: It was pretty normal. So I grew up in a very small town right outside of Reykjavik. It was kind like half way country side and the city and there was only, like, less than one thousand people living there. So, it was very small but it was very free. Like, when I was a kid, we could play outside all day long and nobody cared so, we were very free and I would be the kid who was telling all the other kids horror stories because I couldn’t rent horror movies from the video store but I loved the covers and I would just, like, imagine what the stories were and I would go and tell my friends “This is what this movie was about“ and I would just make stuff up. I guess that was a big part of my childhood. I started making up stories very early.

AG: What did you imagine at such an early age?
EOT: For example: Freddy Krueger, I was very obsessed  with Freddy Krueger from Nightmare on Elm Street but I hadn’t seen any of the movies , I just knew that he had, like, the knife glove and then from looking at the back of the video there would be like images and I would just like to make up stories and then I would ask like some people like my uncles who were older and ask them: “Oh have you seen this movie and what can you tell me?“. So I would like, I don’t remember like exactly what the stories I made up were but I kind of piece puzzled them together like random things.

AG: And then you went to study Comparative Literature?
EOT: Yes, in Iceland.

AG: Why?
EOT: I always wanted to do movies like that. It was like my main thing, to be a filmmaker, but Iceland doesn’t really have a big film school. When I was that age, the film school in Iceland was very small and not really great. I wanted just to go out of the country. You know, anybody who is young in Iceland wants to leave for at least a little while, so I knew that I wanted to do like a master’s degree, like a master’s program and film and I wanted to try then in America. So, I had to have a degree or a bachelor’s degree and I felt that Comparative Literature was like a stepping stone into film and also I love literature, reading. I love looking at whether it’s books or movies in depth so, it was kind of perfect for me to do that and then do film.

AG: Why Columbia? Why that master’s? Was the master’s disappointing after the degree in literature?
EOT: I think I chose Columbia for two reasons: one, is because New York is one of the closest cities to Reykjavik. I also wanted to just go to New York and a friend of mine had gone to Columbia and gone to that program so, I knew about it. I didn’t know a better way to get into the film industry, like I didn’t know anybody in Iceland or America who was like in the film industry so I thought going into the film industry would be, you know, a good way to meet other people and learn stuff. You know I wasn’t disappointed at all. I was really happy with the program. It’s very expensive, but, apart from that, I met great people and I’m still working with a lot of those people, like even today, and I feel like if I hadn’t done that, I mean, I probably would have done movies anyway but the path that Columbia set me on has been very good.

AG: How is it to live in New York?
EOT: It’s like the best and also the worst. The city is amazing. You can do anything, all the time. The people there are very driven. It’s very energetic and everybody is doing a lot of things and is ambitious but at the same time it’s like overwhelming and you get beat down and it’s hard to keep up and it’s also very expensive.
So, you give and you take a little bit, but overall I think it’s a great city to be in and if you are able to keep up with it then it’s great.

AG: Did you have to work at the same time or did you have a grant or help from your parents?
EOT: I didn’t have a grant. I started Columbia in 2009. I had started saving up before… I was working in Iceland and I was saving up money to pay for at least part of it and then the bank crash happened. I had the money only on Icelandic currency and the value of the dollar doubled so, all of a sudden, my savings were like twice as less. That was not great. It was like a very awful thing to have happened so, I took a student loan and I had whatever I had saved up and then the program is pretty good in the way you can… it’s technically not a grant… but they make you work and they pay you. They don’t pay you cash they just take it out of your tuition. So, I was doing a lot of stuff like that. I was assistant teaching and doing other type of things to kind of help and my parents helped me as well.

AG: Did you like teaching?
EOT: Kind of. Yeah, there are certain things that I like about it a lot, but there are other things that I was like … I’m not sure I’m the best teacher necessarily. Sometimes, it’s hard for me to keep focused so I tempt to start talking about this and then I end up talking about something totally different. Maybe that’s good… I don’t know. I enjoyed it, but I’m not sure if that’s, like, my thing, but I’ve done it a lot since. I taught a little bit in the Icelandic film school as well since I finished Columbia and it’s always great. I love just being with the students and seeing what they do and what they come up with.

AG: Why “Rift”?
EOT: Two big reasons. The first one is: I wanted to do a film in Iceland and I wanted to do it fast, like not do it in a short amount of time but like I just wanted to do it now. If I was going to do that it had to be inexpensive and had to be small. That’s what I started like thinking: what can I do with two actors and one location. The other thing is that I had, at the same time, just gone through a breakup. That breakup became kind of the story of the film a little bit. I was like: I have these two people in this cap and they just breakup and now they have to kind of deal with it. Then, what if someone knocks on the door, in the middle of the night and that’s how I kind of started happening basically. It was kind of like therapy for me.

AG: What was the biggest difficulty, or challenge, in shooting the movie?
EOT: The biggest challenge was: we shot all things in fifteen days and it was a 100 page script so that meant a lot of stuff every day to shoot. So that was the biggest challenge just to kind of getting all done in that amount of time, but I was working with great people. Everybody was like on it and we didn’t run into any scheduling problems. It was pretty smooth, but we made sure that before we started shooting everything was super well planned.

AG: What are you most proud of? The fact that you managed this schedule of fifteen days or is there anything in particular that you wanted to say?
EOT: Yes, I’m proud of that. I’m just, generally, proud that we made it happen with the people that I was working with because, it seemed impossible. Somehow we made it work. I’m also very proud of my actors. The actors did a really great job and I think the film wouldn’t be like half of what it is if it wasn’t for them. And also like the way it looks. I think it looks a lot bigger than it was, financially speaking. I’m really proud of a lot of it, I mean about all of it basically.

AG: Could you talk a little bit about the lighting, the photography and also the soundtrack? 
EOT: The team that shot the movie was only two people: the cinematographer and the gaffer.  I worked with them before on a few things. They are best friends and they work with each other forever. So, we all kind of know each other styles and we were able to do things very fast. Most of the stuff was shot with almost no lights, just natural lighting, which is kind of crazy. We had some lights for mostly the night stuff, like the interior nights. I just showed my cinematographer … there were a few films that we looked at like “Weekend” by Andrew Haigh and “Persona” by Ingmar Bergman. I wanted the style to be like a mix between those two which doesn’t make sense, but that was what we were trying for. Also “Don’t look now” was another big film that we looked at. I was showing him all of these things that I had in my mind and he kind of just done his magic.

AG: Why did you choose Christmas?
EOT: Good question. For me Christmas has a certain atmosphere to it and it’s supposed to be like kind of a warm, nice and cozy holiday and the film is cold and not cozy in a way. So, I thought it was a good kind of backdrop. This is a time that if they were together, it would be a happy time, but because they’re apart it’s like even more sad.
The ironic thing: in the script, it was supposed to be all snow, all white and a few days before we started shooting, it started raining and all the snow went away. So, we had no snow but it was still very cold.
Another thing, in Icelandic the film is called “Rökkur“, which means Twilight. It doesn’t mean Rift but Twilight was already taken and we couldn’t use that.
The shortest day of the year in Iceland is the 21st of December, so that’s right before Christmas. They never say it in the movie, we just cut it out because it didn’t really matter, but it’s supposed to take that the last night that they have together is the shortest night, or like the shortest day of the year.

AG: Was it shot in December?
EOT: No, we shot it in the beginning of March, but it was supposed to be in December.

AG: I watched the movie yesterday and there was a scene that made me stay awake at night, which was the hand under the bed. What was that?
EOT: I’m not going to give you the literal answer. There might not even be a literal answer, but in my mind the film is a lot about having had a relationship that was toxic and wasn’t good but one that he has problems letting go of.
That’s the recurrent theme. For me, the hand under the bed, whoever it is, it was supposed to mean that they kind of reconnected, had sex for the first time in months and then, immediately afterwards, he sees like that there’s a hand under the bed. So, it’s meant to be that that relationship is still poison that there’s something still wrong with it. It’s still toxic. Who is it? That’s a question that the audience has to figure out and decide for themselves.

AG: How does Iceland see Portugal?
EOT: Interesting… I can’t speak for the entire country, but for me, it’s an exotic country with beaches and the European hot blooded thing that all Icelanders are attracted to. We are all big fans of Portugal, Spain and Italy because it’s so opposite from where we are from. I know that Icelanders talk a lot about soccer teams from here, sports and stuff. When we got into this festival I was so excited to go. I was here when I was a teenager, in the Algarve, but that was totally different. This has really been a great trip.

AG: How do you feel about Europe in general and all the stories about refugees?
EOT: We haven’t been as affected as the rest of Europe. We’ve accepted some refugees. I know that there are people that want us to take more and there are also people that don’t want us to take more. It’s always a debate. I think we are very sympathetic to both sides in Europe. It’s a problem that’s very hard to deal with cause, at the one hand, these people need to go somewhere, on the other hand, a lot of countries just aren’t able to accommodate them. I don’t know if we will have one opinion. There are a lot of opinions, but we are definitely looking at it. We are following it and are very interested in what happens. Obviously, all countries should participate in helping out.

AG:  What message would you like to leave to my readers and the Portuguese people in general?
EOT: I would like to say that I hope that they will support LGBT films in general and of course my own film because even though things are changing and we see more of it in movies today, I think there is still a lot more that we  can do. We don’t see it that much, especially in the horror genre, so I hope that people, or your readers, will seek out other movies. If people watch them, the more likely they will get done. I think that it's important to have all sorts of representation in movies.


Caso queiram falar comigo, também estou sempre disponível.
E-mail - adolescentegay92@gmail.com

Trailer de "Rift" (título original: Rökkur), de Erlingur Óttar Thoroddsen, 2017.




Beijinhos e portem-se mal!! ;)

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Saldos Verão '17 Za 3/3

Olá!

E hoje terminamos as publicações sobre os saldos. Depois da Leftis e da Pull and Bear, é a vez de terminar com... a Zara!! Como é que é possível encontrar sempre alguma coisa que gostamos aqui?!
Cor: Verde  / Azul
Antes que me alertem: sim, a cor desta camisola é muitooo idêntica a do ano passado mas... esta tem uma cor mais "viva". Gosto desta cor (quem diria que gosto de verde?! =P) e de camisolas!!
O tamanho, S, e o preço inicial era de 19,95€ e custou-me 7,99€ (e é tão fofinhaaaa!!)! =D
Cor: Azul-tinta
CALÇAS! Já andava a precisar de uns pares de calças mas, queria ter umas cores mais "vivas" ( o frio não significa que nos devemos desvalorizar, muito pelo contrário, devemos realçar o melhor em nós, em qualquer estação do ano!!)! Assim, foram estas azuis básicas, de tamanho 40 (OMG!) e o preço inicial era de 19,95€ e custaram-me 15,99€. Estas calças, tem um brilho interessante...
Cor: Cinzento
Vocês sabem a dificuldade de encontrar T-shirts sem letras? E gostarmos delas? Pois, é na Zara que encontro algo de jeito! Esta T-shirt, com bolso, custou 9,95€ e não tinha nenhum desconto associado.
Cor: Cinzento
Estas calças, são o mesmo modelo que as anteriores mas quando as cores são giras, porque não repetir o modelo?! Tal como as anteriores, são de ganga básicas, o tamanho é o 40 e o preço era 19,95€ mas, com a promoção em vigor, ficaram a 15,99€. =)
Cor: Rosa
Tal como a outra, mudando a cor, comprei o mesmo modelo desta T-shirt. Sendo ambas de tamanho S, e o mesmo preço, apesar desta ser rosa, é bastante sóbria e não é propriamente chocante...
Cor: Preto
Há pouco falei em cores vivas e comprei umas calças pretas? Pois, convém que uma pessoa tenha sempre uma fatiota para todas as ocasiões... Um detalhe engraçado nestas calções é que, no bolso traseiro, tem uma chapinha "Zara" e já vinham com cinto. O tamanho é o 38 (YUPIII), e o preço era de 29,95€ mas custaram 19,99€!!

Vamos a contas. Não, não cheguei aos valores do ano passado mas, mesmo assim, de 155,60€ de que era suposto, houve o gasto de 121,76€... pena que a Massimo Dutti não ter sido grande coisa este ano (havia lá umas peças que gostava de ter comprado todavia, o dinheiro não dá para tudo!!!).

Para terminar a selecção de músicas da Eurovisão 2017, nada melhor que ficar com o momento mais gay que o Montenegro nos proporcionou! Porque isto é gay gay gay gay gay gay... que até dói! =P




Beijinhos e portem-se mal!! ;)

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Parceria The Lingerie Restaurant

Olá!

É com enorme orgulho e energia, que anuncio a parceria com... The Lingerie Restaurant!

Adolescente Gay e The Lingerie Restaurant, oficializam hoje esta parceria. Nenhum outro blogger, e nenhum outro individual, é parceiro oficial deste conceito que, anima há mais de uma década, a noite de muitos casais (e não só!) - com maravilhosa comida e... uma enooooorme diversão! =P
E é assim que são servidos os clientes - com empregados em lingerie!
Em 2004 iniciou-se em Portugal, no Porto, o conceito que envolve a cozinha de excelência, com sensualidade e erotismo. Através da decoração acolhedora, a apresentação dos empregados em lingerie, e a sucessão de performances, são os ingredientes acrescentados à ementa de qualidade.

Esta atmosfera vibrante, é escolhida por casais e grupos de diferentes nacionalidades, onde decorrem despedidas de solteiro, festas de divórcio, grandes encontros de amigos, e momentos especiais a dois.

Em Fevereiro deste ano, abriu em Lisboa, outro restaurante onde já está a ser um grande sucesso!

Algo que tenho de realçar em relação a este conceito, é a ementa. Esta é composta por entradas que são os "Preliminares", pratos principais como por exemplo "Queca Italiana" (que é pasta Penne com molho de tomate, basílico, e queijo parmesão vegetariano), "Minete à Antiga" (lombinhos de porco com molho de mostarda à antiga servido com batata assada e legumes) ou, "Bacanal na Praia" (folhado de bacalhau com molho de marisco servido com legumes da época); por fim, a sobremesa tem o nome de "Ménage à trois", onde se come bolo de chocolate com coulis de frutos silvestres e torrão! Hmmm! =D

Vocês já me conhecem... desde quando é que vos deixo faltar alguma coisa? Nunca! =D

Queres ir ao The Lingerie Restaurant?
Folhado de bacalhau com molho de marisco servido com legumes da época
A partir de hoje, e até às 21h do dia 27 de Outubro de 2017, decorre dois passatempos num só!

Com dois "gostos" no facebook, uma frase original onde refiras "The Lingerie Restaurant" e "Adolescente Gay", e para terminar a escolha do local onde queres comer, é o bastante para poderes vir a ganhar um jantar para duas pessoas!! Mas... o objectivo é vocês irem aos dois restaurantes e, com isso, dois passatempos: um para quem tem interesse em ir ao restaurante do Porto e, outro, para quem quer ir ao restaurante de Lisboa. Assim, esta oferta vale cerca de 100€! APROVEITEM! =D

Regras do passatempo:

> Existem 2 jantares de oferta (cada jantar dá direito ao jantar propriamente dito e ao espectáculo após a refeição), um destinado ao restaurante de Lisboa e outro para o restaurante do Porto, devendo os participantes escolher um dos dois locais conforme a sua preferência;

> Cada um dos dois vencedores deste passatempo, tem direito a fazer-se acompanhar por uma pessoa no jantar, sendo esta também com idade igual ou superior a 18 anos.

> Segue as páginas do Facebook Adolescente Gay & do restaurante (Lisboa ou Porto) que queres ir;

> Escreve algo criativo (uma frase / uma quadra / o que quiseres) que contenha as seguintes palavras: "Adolescente Gay" & "The Lingerie Restaurant";

> Envia o que escreveres, em conjunto com um print screen que comprove os teus dois likes, para o meu e-mail: adolescentegay92@gmail.com;

> Em virtude de existir uma escolha entre os restaurantes, no assunto do e-mail deve constar "Passatempo The Lingerie Restaurant 2017 - Lisboa" ou "Passatempo The Lingerie Restaurant 2017 - Porto" e, deves indicar o teu primeiro e último nome, na caixa de texto do e-mail;

> Podes concorrer até às 21:00:00 horas de sexta-feira, dia 27 de Outubro de 2017;

> Para uma participação poder ser considerada válida, deves seguir todas as indicações acima, em risco de não a poder considerar;

> Os vencedores serão escolhidos pelo responsável do blogue, que terá em conta a originalidade da participação;

> Os vencedores serão contactados directamente por e-mail, com informações sobre a marcação no restaurante pretendido, sendo "Silver" o menu de oferta.


The Lingerie Restaurant tem site, está presente no facebook (Lisboa e Porto), e ainda pode ser contactado por e-mail: thelingerierestaurant@gmail.com e pelo nº 915 672 450.

Já sabem onde ir, com os vossos amigos ou cara metade, para uma noite... inesquecível! =)


Caso queiram falar comigo, também estou sempre disponível.
E-mail - adolescentegay92@gmail.com

E porque a tia Maya e o Duarte Siopa já experimentaram este conceito... e recomendam! =D




Beijinhos e portem-se mal!! ;)

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Taneli Mustonen

Olá!

Entrevistei, pessoalmente, o finlandês Taneli Mustonen, realizador de "Lake Bodom" - uma longa-metragem de Terror com temática lésbica! A entrevista aconteceu aquando da 11.ª edição do MOTELX - Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa, que se realizou no Cinema São Jorge.

Visto que a língua de conversação foi o inglês, resolvi não traduzir o que foi dito (quem não está à vontade com o inglês, basta ir ao canto superior direito do blog, ao "Translate", e seleccionar a língua mais conveniente). A entrevista, foi gravada por meio digital, e foi totalmente transcrita assegurando assim, a naturalidade de uma conversa que durou mais de 30 minutos onde, obviamente, foi uma enorme honra para mim puder fazer as perguntas que tinha planeado... e ter incríveis respostas, claro!
O realizador e argumentista finlandês Taneli Mustonen
Lisboa, 9 de Setembro de 2017, no Cinema São Jorge.

Adolescente Gay: For the people that don’t know you, how would you present yourself? 
Taneli Mustonen: Oh, that’s a huge question. I would say I hope that the movies speak for themselves.

AG: Because you made very different sorts of movies? 
TM: Yes and there’s a good reason for it. I was raised in a family where my father is a journalist and my mother is a graphic designer. My siblings and I were somewhat oddballs in this old mining town back in Finland and the only thing that we really connected in that town and anywhere else was the local cinema. When the old lady from the cinema was too tired, my father sort of took over and that was my first film school. I was eight or nine and I fell in love with films. I think it sort of ignited my passion for different kinds of movies because there was a different kind of movie every week and there was only one cinema. So, they were running that same film many times. That was why I called it my first film school.

AG: So, you watched them several times? 
TM: Yes. Also, the miners either went to see a movie or they would go and get drunk so, my father used to say that it was sort of like a beacon, just like in a church. Where people could just forget their lives for just a second and dream a little bit I guess.

AG: How was your childhood?
TM: I had a happy childhood I guess. It was very much so because of the movies.
I’m really afraid of being boxed so, I don’t like when people put anybody in a box or expect someone to behave in a typical way. I was the only long haired dude back in my hometown. My friends and I were constantly picked on and bullied about it. That’s like small town problems and, in that retrospect, when I think about it movies told me, promised me, that there’s another world.
That’s the thing about movies: You can fall in love with a person on the big screen, follow that and see the world from her, or his, point of view. That’s important to your mind. I would have chosen a totally different path, I guess, if we didn’t have that cinema.

AG: What were your thoughts about the world at such an early age?
TM: It taught me that there is a world outside your hometown. That there is something that you want to go and achieve. As soon as I learned that there is an occupation called directing, that was the happiest moment. I was twelve, thirteen when my friends told me that there was somebody making these films and that sort of sparked something in me and I started making these short films with my friends. Every kid does basically Horror films. Everybody does that first. Then, I moved from home when I was sixteen and that was… Finland is quite a small country and I sort felt that I wanted to be in a bigger city, see other people too and travel a lot.
I started high school in a totally different city and then things really happened fast. I got in the only real film school in Finland. The academic film school when I was just nineteen, twenty, just out of high school. I was the youngest to go in that year. It’s been really fast ever since.

AG: Did your love for Horror films begin in those years? What kind of horror movies did you do with your friends back then, considering that you were very young?
TM: I think the Horror films that we did with our friends were just to have fun with, you know, ketchup and just, like, play around. It was very much to get to know all the machinery that is called filmmaking.
It sparked something in me and it really isn’t that different nowadays even though you can work with a team of almost two hundred people. At the same time, it’s not that different. It’s still working together in creating something out of nothing and just loving the universal language of cinema.

AG: When you started your academic course, was it difficult to adapt from your previous experience with filmmaking?
TM: The correct answer would be yes and no. It was a difficult period for me because I felt that in school they sort of take a pupil and you feel like they train you to become something that is in full contradiction with what you feel that you are. You feel ashamed with the films that you love and you feel like you’re lacking something. It can be really difficult. I had really difficult times when I think about it. I love my education. I learned my craft from my film school and I love my teachers.
At the same time, when I got in at such a young age, it was a difficult part for me because I felt that there’s a contradiction between the things that they would like me to pursue and the things that I would love to do. It took me, right after school, almost 10 years, to go back to the things that I love to do. Then, I went back to comedies and horror.

AG: What did you do in those 10 years? What kind of movies did you make at that particular time?
TM: I didn’t do any movies in that time. I was one of the students that … every now and then there’s like a promising student and then I won a couple of prizes when I was in film school and then I had these 10 years of wonder. I did a lot of commercials and music videos and worked a heck of many years on TV. I was writing and directing for TV and those years were really necessary for me to once again learn what I wanted to do. It took me quite a big loop to back get up onto features.
I’m doing a feature per year now. Last year, I did two features, so I’ve been working really hard.

AG: Along those 10 years, did you see yourself making long feature films in the future?
TM: Sure, certainly. I started, pretty much every year, writing a project that I would just scrap it for every other reason. The biggest learning curve for me was learning how to write. I’m not sure if I know that much about writing still, but it’s something that started from film school. I’ve been writing all of my life like little stories and poems that my mother uses to all of our friends now. I just wanted to learn the craft, to know what it takes to write a screenplay.
I wrote five scripts that never got anywhere before I got the first feature. That’s funny enough because my writing companion and my business partner who cofounded the company that produced this film, for instance, Aleksi was studying to be a producer. We met in film school and sort of clicked from there, but we didn’t write together until our first feature back in 2010. I finished film school in 2000 so, that’s a long time, but it has been very fruitful and I think that we’re adding something to each other when we work.
I’m usually the guy that is spitting out ideas and talking out of my ass, most of the time, and he’s just like picking up the ideas and saying: “That could work”; “This could work” and “We could do it like this”. It works for us.

AG: Now, I would like to ask you some questions about your present feature. Why “Lake Bodom”?
TM: “Lake Bodom” in short is basically something sort of in the age of innocence in Finland. It’s this kind of horrible crimes that occur every once in a while that change everything.
It’s also, for every generation that follows, something that you learn when you talk to your parents and ask “Can I go camping with my friends?” and they say “Yes you can, but do you know what happened at Camp Bodom?” and you sort of learn these kinds of urban legends. That is the reason why there were so many projects.  Pretty much every kid that wanted to do a horror film, back in Finland, I would assume that they probably had the idea: “Let’s do Lake Bodom the movie.”
It fits nicely into the slasher genre. That’s the main reason why we started this project, but then it took us almost 10 years to come up with the other ideas.
We always thought that there must be two ideas. The other idea was that we wanted to bring it to present time, the present day and deal with present day problems. Instead of talking something about what happened in the 1960s, we wanted to talk about kids that reconstruct and what it is to be a kid nowadays in social media and everything.

AG: Was the 1960s reenactment a possibility back then or did you set up from the start that you wanted to bring it to the present days?  
TM: Actually, I think everything clicked when I got my motorcycle driving license. I went to Lake Bodom and saw all those kids walking there and making markings on the ground. I came back to the production office and told Aleksi what I saw and then he said: “That could work.” That sort of ignited the idea that we were going to actually make it happen because the Bodom case is so all over the place now. It’s like a JFK case and we didn’t want to do a film that accuses anybody because it’s still very much so an open case.  We just wanted to talk about the question: “What would make a young person to kill someone?” That was the thematic question for us and we sort of started to follow that path back to and that gave the story of the social media and the shaming and all these things that are very much today.

AG: How long did the shooting take?
TM: The shooting was quite short. It was only twenty-something days. We shot something in studio, but it was twenty-five, twenty-seven days in total, so it was really short.
We ran out of money so many times. I was so lucky to have these amazing Italian kids. Most of them had done nothing before. They were newbies. We were just wandering around the forest in total darkness for those twenty-seven days.

AG: What was the main difficulty while shooting the movie?
TM: Everything about filmmaking can be difficult, but I would say shooting the elements, the unknown and the things that you can’t anticipate
beforehand, especially, when you’re shooting in a forest, in that time of the year, in Finland. It can be really rainy and windy and you just have to deal with
all of the four elements and people get tired.
Especially, when the actors are new to these things and have an age between seventeen and twenty-five, they don’t have any protection and take everything in and that can cause problems. Lucky for me they kept on fighting.
Another difficult part was finishing the film on time, in post-production. We finished the film four days before the first screening so, we just calculated how much time the CGI needs. I was mixing while I was still editing and the composer was making the music at the same time.

AG:  Was the underwater scene difficult to shoot?
TM: Yes, it was super difficult to make. That’s a little movie secret: we had to have an extra trained diver that was accustomed to cold water because the water was freezing at that time of year. Luckily she had the same hair and we just had to dye it and she portrayed it either when she went in the real lake. Everything that happens underneath we shot in this underwater tank and luckily for me Nelly Hirst-Gee did her own stunts. That was tremendously hard to work.

AG: What scene are you most proud of?
TM: That’s difficult to say. Of course, I’m proud of the all movie, but there are situations where the team came up with ideas to overcome certain obstacles. We did that on a daily basis or nightly basis, I would say. We had many cameras running and we didn’t have enough lights. We were constantly being poured with problems, but at the same time I was so excited. I saw that we were really onto something. I saw how the acting was growing so, I was extremely lucky. It was tremendously hard to shoot, but at the same time extremely satisfying.
It wouldn’t be fair to call out something. If you asked me another time, I would say something else.

AG: Considering the sound and lighting aspects were the final results what you expected?  
TM: I think it was so much better. I was super scared all the way through, how would we manage all the problems that we were having with lighting and that was only due to the fact that we didn’t have the money. Also, the elements were against us. There was this situation we called the moon sourcing where we had actually a substitute for the moonlight.
I’m very lucky to have been working with the same crew ever since I started features. Most of my crew is from my film school days, so they knew what they were getting into when they’re working with me. We just try to keep the bar high, the quality as high as possible, at the same time, and try to come up with solutions.

AG: Yesterday, I saw the movie. Why did you place the character of the old man in Lake Bodom when the murderer could be connected with the only survivor?
TM: Oh, that’s another thing you learn in Finland. As you study the case, you hear about the case. As it happens, the police had two investigating lines all the way from the early murders of the 60s. One line was that maybe it’s an outsider that attacked them like the surviving boy said. If so, his testimony was that he must have been a huge guy because it takes a lot of power to actually conquer four teenagers in a tent. He had to be overwhelmingly powerful. So, they tried to find the giant and never did.
The other line the police had: was that maybe there was no outsider. Maybe, it was just the guy that survived. So, we started working on those theses in order that the movie would communicate those questions because they are quite important. In the movie we kept it so that it could be either both and at the same time I feel that there’s a part in the film, when the movie ends and the killer saves one of the kids, that’s sort of like the same as in the original murders. Either saved for her own doings she knows what she has done. That’s the judgment, I would call.


Caso queiram falar comigo, também estou sempre disponível.
E-mail - adolescentegay92@gmail.com

Trailer de "Lake Bodom" (título original: Bodom), de Taneli Mustonen, 2016.




Beijinhos e portem-se mal!! ;)

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Saldos Verão '17 P&B 2/3

Oiii!

E é com a Pull and Bear, que continuo a partilhar com vocês as compras nos Saldos! Depois da
Leftis, é o momento de vos contar o que comprei e que ficava a matar com os mocassins!... =P
Cor: Marinho
Apesar de não estarem abrangidos com qualquer desconto, os calções da Pull and Bear eram... irresistíveis! Entre as várias cores, as mais interessantes eram estas que acabei por comprar (vinham já com o cinto). Não sou fã de calções mas, reconheço, que no Verão sabe bem ter uma roupinha mais fresca e elegante (o calor não é desculpa para andarmos todos desarranjados!)! No ano passado já tinha acabado por comprar uns calções nesta loja contudo, devolvi-os. Este ano, foi para valer! =)
Cor: Celeste
A cor destes calções, é igual às calças que comprei no ano passado nesta mesma loja. Algo que percebi, é que as lojas acabam por não mudar assim tanto de produtos como seria de esperar numa análise mais descuidada... Mas, descuidado já ando eu, com o meu "físico": o tamanho de ambos os calções foi o 42... 42? Já no ano passado tinha percebido que esta loja tem uns números diferentes da Zara mas... 42 custa sempre um bocado a "ou'bir". Os dois calções custaram 35,90€ (17,95€/cada).

E a Eurovisão 2017 continua a acompanhar as tendências deste blog! Quem não se lembra dos 5 rapazes que vinham da Suécia?! O cantor faz-me tanto lembrar um tipo que conheci... OMFG! =D




Beijinhos e portem-se mal!! ;)

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Inscreve-te no 1º Sunset Solidário da Blogosfera!

Olá!!

Em Dezembro, ir-se-á realizar em Lisboa, o 1º Sunset Solidário da Blogosfera! Depois do sucesso do 8º Jantar da Blogosfera, realizado no passado mês de Junho, e com os inúmeros pedidos de participação num novo evento, realiza-se em Dezembro, um encontro para apoiar quem nos apoia.
A autoria deste banner é da leitora Magg. Obrigadooo! =)
O Sunset Solidário da Blogosfera tem como objectivo juntar todos aqueles que, através de um convívio saudável e consciente, queiram apoiar financeiramente um projecto ou uma organização, presente na sociedade civil e que mereça, pela sua actividade desenvolvida em prol da comunidade, o reconhecimento, manifesto, dos participantes.

Anualmente, escolher-se-á um projecto ou uma organização que, sendo contactada será indagada sobre o seu interesse (ou não) em receber os apoios pecuniários, resultantes do evento. Nestes Sunset's, a entidade coordenadora do projecto ou a organização far-se-á representar, pelo menos, por um membro da sua direcção (ou alguém nomeada por esta), com o intuito de apresentar, a todos os participantes, o seu trabalho, incumbindo-lhe, também, no fim do encontro, a responsabilidade de contabilizar todo o dinheiro recolhido, publicamente, e de ser o seu fiel depositário, após o termino do encontro.

Todos os participantes e/ou simpatizantes deste Sunset Solidário, são incentivados a enviarem-me sugestões, através de e-mail, de projectos ou organizações que, a vosso ver, possam ser beneficiárias desta iniciativa solidária. O projecto ou organização eleito/a, anualmente, será escolhida por todos.

Assim, até 31 de Outubro, qualquer pessoa poderá sugerir-me os projectos ou organizações que bem entender, bem como, as próprias organizações ou projectos, poderão evidenciar o seu interesse em beneficiar desta iniciativa. A partir dessa data, as 10 organizações ou projectos com mais indicações, serão alvo de uma votação afim de se encontrar o beneficiário deste ano. Todos nomeiam e todos elegem - unicamente através de e-mail. Em Novembro, farei aqui no blog, uma nova publicação a informar os 10 projectos ou organizações com mais indicações e, a partir daí, iniciar-se-á a eleição do beneficiário de 2017, através de e-mail. Caso se verifique alguma incompatibilidade de vontades, reservo-me no direito de substituir o beneficiário, informando-o, naturalmente, assim como todos participantes e as entidades envolvidas, com total brevidade.

Será apenas através da vontade de todos vós que este evento poderá existir e, desse modo, é essencial que todos partilhem esta informação pelos meios sociais e privados que vos sejam convenientes, incentivando à participação de todos aqueles que se possam identificar com os eventos que organizo: será, como é hábito, um encontro com uma boa vibe, onde todos serão bem-vindos (desde que venham por bem)!

Este encontro, realizar-se-á em Lisboa, no local da própria organização ou projecto, sendo que, caso o beneficiário não tenha disponibilidade de espaço, para o evento, arranjar-se-á um local para a realização do evento. Visto que existem estes constrangimentos, ainda não há uma data para a realização do Sunset, garantindo-se, no entanto, que terá lugar no mês de Dezembro (deste ano!).

Mas o encontro, à semelhança de todos os outros, será recheado de boas conversas, gargalhadas e boa disposição! É importante que todos se inscrevam, incluindo todos aqueles que se consideram tão bem-disposto quanto a malta da blogosfera! E sim, no Sunset não faltarão bons comes e bebes! Em Novembro, irei dar-vos mais pormenores, mas poderão sempre enviar-me um e-mail sobre qualquer questão que vos apareça.

Em suma: envia-me um e-mail ( adolescentegay92@gmail.com ) com a tua intenção de ir ao Sunset e a indicar o teu blogue ou quais os blogues que comentas regularmente + organizações ou projectos que possam ser o beneficiário em 2017 + se vens só tu ou se trazes companhia! =)

Sejam bem-vindos ao 1º Sunset Solidário da Blogosfera! =D




Beijinhos e portem-se mal!! ;)

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Sessão de Encerramento MOTELX 2017

Olá!

Depois de 18 longas-metragens, 2 entrevistas a realizadores de filmes de terror com temática LGBT, e ainda ter comido uma data de gelados, no domingo passado terminou a 11.ª edição do MOTELX! =D
Amanhã, estreia nas salas de cinema portuguesas It - Capítulo 1
Foram 6 dias de muito esforço, um planeamento altamente cronometrado, e o apoio constante por parte da assessoria de imprensa do MOTELX - tudo isto fez com que o meu trabalho fosse facilitado.
Na semana anterior, contei como foi a Sessão de Abertura e hoje, falarei sobre o Encerramento.

Antes de mais, vejam o vídeo em relação ao dia 10 de Setembro - 6º dia de MOTELX 2017!



Mas o dia não começou pelo fim. No domingo vi 4 filmes, e agora falarei sobre cada um deles.

Às 13h45, na sala Manoel de Oliveira, vi o filme My Friend Dahmer (EUA, 2017).

Jeffrey Dahmer assassinou 17 homens e rapazes nos EUA, entre 1978 e 1991. Esta é a história do que aconteceu antes desses eventos. “My Friend Dahmer” é a história real, perturbadora, triste e, por vezes, engraçada de Jeffrey Dahmer durante o liceu, baseada na aclamada banda desenhada homónima de Derf Backderf.

Sinopse: Jeff Dahmer é um adolescente tímido, sendo que, na escola, é praticamente invisível. Começa a simular ataques epilépticos e, as suas brincadeiras, acabam por conquistar um grupo de estudantes que formam o clube de fãs do Dahmer. Mas Jeff, começa a ficar cada vez mais descontrolado. Começa a beber, a perseguir um jogger e a dissecar animais, incluindo o cão do vizinho e... receia-se que um dos seus amigos seja a próxima vítima.



Esperava mais do filme... quando ia começar a ficar interessante, acabou! Penso que retrate bem a origem do já falecido Dahmer mas, quando dá boleia ao seu primeiro jovem que acabaria por matar, não se vê mais nada... É de terror? Penso que não, é um drama vá. Algo que achei de particular interesse, é o facto de como abordaram o tema gay no filme: sim, Dahmer era homossexual. O acto de querer ir ao médico para ser sujeito, a seu pedido, ao mesmo exame (de tosse) que o amigo, pois pretendia ser tocado pelo seu jogger... e a cena seguinte... foi muito bem orquestrado. Parabéns. =)

Às 16h50, na sala 3, vi o filme Animals (Suiça/Áustria/Polónia, 2017).
E este foi o bilhete que deu acesso ao filme Animals
O argumento de “Animals” foi escrito há uma década pelo realizador austríaco Jorg Kalt e baseado no trabalho do artista gráfico MC Escher. Kalt, suicidou-se em 2007 e o realizador suíço Greg Zlinski, antigo aluno de Kieslowsky, expandiu o argumento que continha já traços do cinema de Lynch, Polansky e Kubrick. Estreou no último festival de Berlim, a melhor maneira de descrever “Animals” é compará-lo a um daqueles episódios da “Twilight Zone” que ficam na nossa cabeça por muito tempo...

Sinopse: O atropelamento de uma ovelha numa estrada rural é o catalisador de uma série de eventos estranhos e inquietantes para o casal Nick, cozinheiro, e Anna, escritora de livros infantis. A experiência deixa-os incapazes de saberem onde estão: no mundo real, na sua própria imaginação – ou na imaginação de alguém.



Este é daqueles filmes que nunca irei perceber o final mas... não é relevante - o filme é incrível! Ver algo e estarmos constantemente a duvidar do que estamos a ver, e tentar arranjar enquadramento que só no fim percebemos (por exemplo, "o médico a quem lhe falta um dedo"), é incrível. Óptima fotografia, óptimo argumento... sai daquela gaveta que costumamos abrir, aliás, qual gaveta? Este filme é outro nível de escrita e de realização, com óptimos actores e um enredo "simples". Boa!!

Às 19h15, na sala 3, vi o filme Cold Hell (Alemanha/Áustria, 2017).
E este foi o bilhete que deu acesso ao filme Cold Hell

Stefan Ruzowitzky, aclamado realizador austríaco que em 2008 foi responsável por “The Counterfeiters” (vencedor do Óscar para melhor filme estrangeiro), regressa agora ao seu país de origem para filmar “Cold Hell”, um impiedoso thriller negro com uma heroína imparável.

Sinopse: Özge é uma jovem taxista de origem turca, estudante à noite e ambiciosa lutadora de Muay Thai. Fala pouco e treina muito. Certo dia, Özge assiste a um brutal assassínio. O suspeito é um serial killer louco, inspirado pelo Islão, que está convencido de que Özge testemunhou o crime. A partir daí, nasce um conflito de vida ou de morte. Christian Steiner, um polícia com dificuldades em confiar nas pessoas, principalmente em mulheres, entra em cena e será a principal fonte de ajuda de Özge, agora perseguida pelo serial killer.



Falar sobre aquele que foi o Vencedor da melhor longa-metragem de terror para o MOTELX, sendo o prémio, a nomeação directa aos Méliés d'Argent (Prémio de Melhor Longa Europeia), é sempre complicado mas... tentarei não me influenciar pelo que soube à posteriori (pouco depois, diga-se lol)!

O filme aborda um tema seríssimo: os radicais islâmicos e como os muçulmanos os vêem porque sim, nem todos os muçulmanos são assassinos ou causam distúrbios (ou ainda "males no mundo"). Já tive oportunidade de abordar este tema, num outro espaço e, visto que não quero tornar este texto muito longo, vou deixar a dissertação sobre o tema para mais tarde. O filme tem todos os ingredientes para o circuito comercial de cinema: tem um óptimo argumento, que nos deixa agarrados ao filme até ao fim e que é realista; actores com que nos podemos identificar facilmente e uma personagem... idílica.
Cold Hell, foi eleito o melhor filme, entre oito longas em competição 
Após este filme, lá fui a correr subir as escadas do cinema São Jorge para entrar na sala Manoel Oliveira, para assistir ao Encerramento do Festival e, posteriormente, ver o tão aguardado filme: It! =D

Na Sessão de Encerramento, a patrocinadora principal do MOTELX - a esyJet - ofereceu os bilhetes que tinha prometido: para Londres, Madrid e Paris. Quem foi sorteado? Apenas mulheres que, heroicamente, superaram os desafios propostas: tocar em cobras, larvas e... abraçar um palhaço! =)

De seguida, anunciou-se o vencedor da melhor curta de terror portuguesa deste ano...

Thursday Night (Portugal, 2017)

Sinopse: Durante a noite, um estranho presta uma visita a Bimbo para lhe entregar uma mensagem importante.



O espectacular desta curta, que dura 8 minutos, é não haver diálogos... porquê? Só entram os cães! Imaginam a dificuldade do realizador (o jovem Gonçalo Almeida), de filmar com animais? Conseguir captar as suas emoções?... incrível! No seu discurso de agradecimento, disse que não teve qualquer financiamento - pudera, quem iria investir numa curta destas? Facto, é que ganhou 5.000€ como prémio e ainda, nomeação directa para a competição internacional Méliès d’Or, galardão atribuído anualmente pela Federação Europeia de Festivais de Cinema Fantástico (EFFFF)! Força aí! =D
Thursday Night, foi eleita a melhor curta portuguesa, entre nove em comepitção
Mas o It estava esgotado há vários dias! A sala Manoel de Oliveira estava completamente lotada!

Às 21h00, na sala Manoel de Oliveira, vi o filme IT (EUA, 2017).

Depois da icónica mini-série realizada em 1990, com Tim Curry a desempenhar o papel da criatura maléfica que toma a forma dos nossos piores pesadelos, surge agora uma adaptação ainda mais negra do livro de Stephen King. O filme promete um regresso ao terror puro, depois do sucesso de fenómenos revivalistas como “Stranger Things”, desta vez pela mão de Andy Muschietti que em 2013 realizou “Mama”.

Sinopse: Quando crianças começam a desaparecer na cidade de Derry, no Maine, um grupo de jovens rapazes enfrenta os seus maiores medos ao confrontar um palhaço maléfico chamado Pennywise, cujo passado violento e assassino remonta a vários séculos atrás.



O filme é MA-RA-VI-LHO-SO! Percebe-se perfeitamente como está a bater record's de bilheteira nos Estados Unidos e no resto do Mundo... é um típico filme de terror: originalidade no argumento, sustos, boas personagens e... dinheiro, para fazer isto tudo! Não vos quero contar o filme todo mas houve uma cena que gostei particularmente. Certo momento, o palhaço, quer meter medo à Beverly Marsh mas não consegue - para a fazer flutuar, este abre a boca de tal maneira que se vê... luzes! Achei a cena bastante original!! Tive pena que o pequeno Georgie, no final, não tivesse ficado vivo (a forma fofinha como o Bill - gago - corrige o irmão na forma como se diz "barco"). Mas este é apenas o início... estou naturalmente curioso como será o Capitulo 2 do filme!! Será na actualidade? Fazendo as contas... 27!
E este foi o bilhete que deu acesso à Sessão de Encerramento do MOTELX
E agora que o Festival acabou, como vai ser? Simples - nas próximas quartas de Setembro, serão aqui publicadas as entrevistas que fiz ao islandês Erlingur Óttar Thoroddsen, realizador de Rift (2017)
e, ao finlandês Taneli Mustonen, realizador de Lake Bodom (2016); em Outubro, às terças, irão ler a minha opinião a respeito do 2º dia, 3º dia, 4º dia e, 5º dia de Festival. Está tudo a ser preparado! =D

Fiquem com o Best Of e... para o ano há mais! MOTELX - onde o terror é bem-vindo!




Beijinhos e portem-se mal!! ;)

P.S. - O moço que estão a ver neste último vídeo, foi o realizador de um filme que depois falarei! xD